um manifesto pra quem atende, vende e conversa

Uma operação que você enxerga inteira

Princípios de produto e engenharia que guiam como construímos o Steel.

O Steel é um sistema de registro único pro atendimento, o relacionamento e as conversas com o cliente. Chamado, oportunidade e mensagem moram no mesmo workspace, então o time muda processo, fila e funil sem migração, sem retrabalho e sem perder o histórico. O controle sobre a operação continua com o time.

princípios
01Mantenha um único sistema de registro02Siga o ITIL sem virar burocracia03Seja legível pra máquinas também04Nunca use hospedagem como moeda de troca05Escale sem virar complexo06Mostre a verdade operacional em toda camada
01

Mantenha um único sistema de registro

Na maioria das empresas, o mesmo cliente existe em três lugares: o chamado na ferramenta de suporte, a oportunidade no CRM e a conversa no WhatsApp de alguém. Cada time constrói a sua versão da verdade, e ninguém enxerga a história inteira.

Conhecer o cliente deveria ser barato.

O Steel trata service desk, relacionamento e conversas como parte do mesmo workspace canônico: o contato que abre um chamado é o mesmo que está no funil e o mesmo que manda mensagem.

O ponto não é consolidar por consolidar. É tirar o custo de fragmentação que obriga a perguntar de novo o que o cliente já contou.

02

Siga o ITIL sem virar burocracia

Duas armadilhas se repetem nas ferramentas de atendimento. Uma dá liberdade total de configuração, e vira caos — cada fila inventa o próprio processo. A outra transforma o framework em formulário, e vira burocracia — o time passa mais tempo preenchendo campo do que resolvendo.

O Steel é opinativo sobre guardrails, não sobre doutrina.

Incidente, requisição, mudança e problema seguem as práticas do ITIL 4, com matriz de impacto × urgência, SLA e aprovações. Mas fases, categorias, campos e automações são do seu time. Estrutura deveria limitar ambiguidade, não limitar quem atende.

03

Seja legível pra máquinas também

A IA muda a camada de interface do trabalho. Mas não muda a necessidade de algo canônico por baixo. Se o histórico do cliente está espalhado em ferramentas que não conversam, um assistente não consegue raciocinar sobre ele — só consegue completar em cima dos buracos.

IA que realmente ajuda depende de um sistema estruturado e inteligível.

Por isso o Steel AI trabalha sobre os mesmos dados que o time: chamados, base de conhecimento, oportunidades e conversas, com vínculos explícitos e histórico durável. Ele sugere triagem, rascunha respostas e artigos e executa ações — mas nada muda sem a confirmação de uma pessoa.

O futuro do atendimento é humano e IA juntos. A IA propõe, o humano confirma.

04

Nunca use hospedagem como moeda de troca

Restrição de infraestrutura devia ser levada a sério como requisito de negócio, não como alavanca de venda. Produto que trava os seus dados atrás de uma decisão de hospedagem cria o incentivo errado: o time troca controle por recurso, e paga a dívida de segurança e conformidade anos depois.

Política de residência de dados, escopo de auditoria e LGPD definem onde a informação pode ficar — não o inverso.

No Steel, um workspace pode apontar um módulo para o seu próprio banco PostgreSQL externo, com as credenciais criptografadas, e continuar usando a mesma plataforma. Exportação de dados, consentimento e trilha de auditoria fazem parte do produto, não de um plano à parte.

05

Escale sem virar complexo

A maioria das ferramentas ganha escala adicionando superfície: módulo novo, papel novo, tela de administração nova. Em algum momento, a ferramenta vira uma função operacional própria — alguém precisa virar "especialista na ferramenta" só pra manter ela funcionando.

Construímos pro time. Deixamos o time compor.

Escala devia nascer de composição, não de complexidade acumulada. Você liga só os módulos que usa, e os mesmos elementos — contatos, filas, pipelines, automações — continuam funcionando quando a operação cresce.

06

Mostre a verdade operacional em toda camada

A maioria das ferramentas de atendimento funciona bem pra quem está na fila, mas raramente serve a quem precisa enxergar a operação inteira.

Visibilidade pra organização não devia ser um projeto paralelo — é função central do sistema.

Sem isso, alguém passa horas montando planilha que fica velha no dia seguinte. No Steel, o SLA é medido sobre o calendário útil de cada operação, os dashboards saem dos mesmos dados que o time usa, o modo TV deixa a fila visível na parede e os relatórios de SLA chegam agendados por e-mail. O retrato reflete o que está acontecendo, não o esforço de quem montou o relatório.

SteelStatus dos sistemas

Produto

  • ServiceDesk
  • CRM
  • Comunicação
  • Steel AI

Recursos

  • Portal do solicitante
  • SLA e OLA
  • Base de conhecimento
  • CMDB
  • Dashboards e modo TV
  • Campanhas e landing pages
  • Workflows e Aprovações

Plataforma

  • Preços
  • Marketplace
  • Novidades (Changelog)
  • Documentação
  • Desenvolvedores

Suporte

  • Portal de atendimento
  • Status
  • Contato geral
  • Fale com vendas

Empresa

  • Sobre
  • Manifesto
  • Entrar
  • Criar conta

Jurídico

  • Termos
  • Privacidade
  • Segurança
  • Subprocessadores

© Stratus Telecom. Steel, uma plataforma Stratus Telecom.

Usamos cookies de análise para entender como o Steel é usado e melhorar o produto. Você pode revogar a qualquer momento nas configurações. Saiba mais

Steel
  • Preços
  • Docs
  • Changelog
EntrarFale com vendas